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Definição e implementação do processo de gestão de configuração de produtos de software

Uma das tarefas mais complexas na engenharia de software é a gestão dos artefatos produzidos por uma equipe de trabalho formada por dezenas ou centenas de pessoas que modificam de forma convergente os mesmos ativos. Cada vez são mais os produtos gerados, mais as plataformas e canais de comunicação e maior o número de elementos que é necessário alinhar.

Por isso, cada vez é maior o risco de realizar uma gestão incorreta de configuração, o que implica em entregar uma versão incorreta do produto, ou seja, perda de tempo, de dinheiro e de recursos. 

Através deste serviço, a MTP garante a integridade dos produtos e dos serviços desenvolvidos, ao incluir desde a elaboração do SCMP (Software Configuration Management Plan) até a identificação de elementos de configuração, criação da estrutura do diretório de gestão de configuração, implantação do controle de mudanças nos elementos de configuração, realização de relatórios de estado da configuração e auditorias da CM.

Para realizar este serviço, a MTP utiliza diferentes metodologias, como CMMI, SPICE (ISO 15504), ITIL, assim como ferramentas de gerenciamento de tarefas, requisitos, código-fonte, depósito ou repositório dos artefatos produzidos, etc.

Graças a ele, a empresa obtém um conjunto de processos e ferramentas que lhe permitirão gerenciar e comunicar as mudanças em linhas-base e elementos de configuração ao longo do ciclo de vida do software. Mais especificamente, será capaz de:

  • Garantir a correta configuração do software.
  • Proporcionar a capacidade de controlar as mudanças e, portanto, maior rapidez na restauração do serviço.
  • Maior controle dos produtos de software ao saber todo o tempo em que situação se encontra cada mudança em particular e o sistema em geral.
  • Reduzir o excesso de esforço causado pelos problemas de integridade.
  • Melhorar a gestão e resolução de ocorrências.
  • Garantir que toda a equipe trabalhe sobre uma mesma linha-base de produtos.
  • Padronização e homogeneização do método de trabalho.
  • Redução de custos por duplicidades desnecessárias.
  • Facilitar mecanismos de inspeção/auditoria para detectar de forma automática falhas de sincronismo entre o executável e a fonte ou elementos associados, e poder adotar ações adequadas nas passagens para produção.
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